Sabe o que eu mais queria agora, era que você desligasse
minhas maquinas, por que não consigo mais respirar, não adianta viver se não a
ar para consumir. Sinto-me tão sufocada como se colocassem um travesseiro no
meu rosto e eu não conseguisse puxar o ar. Desliguem minhas maquinas, as que me
fazer continuar vivendo, me dêem espaço, ou me matem de uma vez por todas. Sabe
o que mais me dói e saber que mesmo fazendo tudo que faço ainda não dão valor, sabe
o que mais é repugnante é ouvir as pessoas jogarem coisas na tua cara e depois
ainda falarem que a culpa é sua. E agora vão desligar as maquinas para que eu descanse
em paz ou ainda querem me ver agonizando e sofrendo sem poder falar sem poder
correr para outro lugar,outro lugar seria muito bom,seria agradável,longe de
tanta gente querendo o teu mal,longe das pessoas que só querem te ver pelas
costas. Hoje não sou mais quem era,talvez meu coração já esteja partido,não
consigo mas enxergar,sim o que esta a minha frente mas o que eu deveria ver nas
pessoas que estão comigo não consigo enxergá-las, me faça parar de respirar
para que posso subir e dizer nunca mais deixarei alguém pisar em mim. Não
deixarei você ver-me derrotada, você vera algo que nunca tinha visto antes, como
uma moldura sem reação, não farei nada mais,como se fosse um boneco imóvel, não
mexerei, não na sua frente. Não respirarei e sorrirei, não piscarei nem andarei
serei um vegetal, e agora irão desligar as maquinas?!
(Autora Jenifer Bruxel)



0 comentários:
Postar um comentário